quarta-feira, 24 de abril de 2013

HÁ OPINIÕES E OPINIÕES

NA ZONA RIBEIRINHA JUNTO AO TEJO-RIBEIRA DAS NAUS
O abate das árvores que se verifica nesta zona,não é mais que por razões de nova reabilitação urbanística -paisagista que se vem a desenvolver, numa segunda fase.
Não tenho dúvida alguma, que o abate de árvores faz-nos pensar e até nos faz doer sim,mas a modernização das cidades e a criação de novos espaços verdes de lazer e passeio para
usufruição dos cidadãos não deixa outra alternativa.Aliás outras novas árvores seram plantadas
Esta  segunda fase que está a ser levada a efeito,tem essa finalidade, pois até os plátanos que estão dentro do espaço da Marinha devem julgo eu serem abatidos,pois todo esse local vai ser intervencionado como se pode ver na foto nº 4, plácar que o demonstra,é de notar que algumas árvores escaparam ao abate conforme se pode verificar nas restantes fotos,espero que o pinheiro que existe no Corpo Santo seja esse poupado.
                             
                                                              Corpo Santo
                                                                    Estas  ficaram
                                                             Esta  também
                                                 Foto nº 4-dentro do espaço da Marinha
                                               Plátanos dentro do Arsenal da Marinha
                                               Pinheiro no Corpo Santo será que fica?
                                             O resto do dito "arvogicidio"
                                             Neste local saiu o nome de PORTUGAL
                                 MUI NOBRE E SEMPRE LEAL CIDADE DE LISBOA
                         As novas árvores plantadas na 1ª fase apróximadamente 50ª
 O painel que demonstra a 2ª fase,ao fundo o que é hoje o dito espaço da Marinha Arsenal.
Na minha modesta opinião não creio que seja um crime de lesa pátria o tão falado abate das árvores,outros crimes por ai proliferam e estão escondidos e calados o que é pena.
Não se pode ter na eira e no nabal...todas as obras, tem os seus críticos, uns aplaudem e outros sapateiam.
Quem se lembra do que era a frente ao Arsenal agora recuperada na 1ª fase,da promiscuidade, sujidade que por ali existia e abundava?Eu lembro-me!
O futuro, por vezes não se pode compadecer,de certas e determinadas situações,estas árvores agora abatidas já com mais de cinquenta anos, mais tarde ou mais cedo teriam esse fim pela força do homem ou pela força da natureza.
                                                      HÁ OPINIÕES E OPINIÕES
                                                              esta é a minha
                                                         um Lisboeta e Alfacinha
TEXTO E FOTOS
DE: Adriano Filipe

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O DEVER DE INFORMAR - UMA ATITUDE CIVICA

Uma atitude cívica,que todo e qualquer cidadão pode e deve denunciara aquém de direito,
nomeadamente ao órgão do poder autárquico da Junta a que o assunto disser respeito, ou a outra entidade civil ou policial.
Porque aqui, tenho postado coisas que gosto e não gosto, é de maior justiça também realçar o empenho e a prontidão dada a uma solicitação feita por mim.
 Na antiga escola Académica ao Largo do Conde Barão,há muito em estado de ruína,deparei com uma situação que no meu entender merecia ser alertada ás autoridades,pelo perigo que julguei ser eminente de uma derrocada,pois uma enorme trave estava  a empurrar a porta, coisa que vinha a piorar com as chuvas dos últimos dias.Registei em fotos a situação, e tomei a responsabilidade de enviar directamente ao Sr.Presidente da Junta de S.Paulo,dando a conhecer o perigo ali existente,ocorrência feita na 6ª-feira já ao fim da tarde através deste meio de comunicação virtual.
Soube, que o mesmo, de imediato tratou de resolver assunto,hoje 2ª-feira registei que o assunto estava resolvido o que me apraz aqui demonstrar.
Acho que os órgãos por nós eleitos ou não, só podem servir a sociedade mais e melhor, se todos derem  um pouco do seu tempo e da sua participação como cidadãos conscientes.
 Caberá agora ao senhor proprietário do imóvel visto ser particular,assumir a sua cota parte na resolução ,do problema que está temporariamente solucionado.
Ás autoridades intervenientes e ao respectivo  pessoal, o meu bem hajam!
 Trave já cortada,de uma espessura bastante apreciável
Porta em perigo
                                          Passeio vedado depois de removida a trave cortada                 
                                                                    Já protegida
                                                        Zona foi protegida com grades


                                                          Perigo eminente antes da intervenção

                                                                            Fachada
Texto e fotos de Adriano Filipe

ASSIM NÃO DÁ!

A BICA É UM BAIRRO QUE MERECE MAIS DOS SEUS RESIDENTES
É impressionante o modo de  viver de muita gente, aonde creio, não haver qualquer tipo de formação moral e de respeito pelos direitos dos outros.
Não cabe só ao poder local e ás autoridades o zelo e defesa do bem comum. 
Se cada um de nós, com sentido de responsabilidade mostrar o seu desagrado a certas e determinadas atitudes menos corretas e pouco civilizadas de uns tantos que só têm em mente o seu bem estar, não olhando a meios, é preciso denunciar e mostrar.
São constantes os abusos de viaturas em cima dos passeios, obstruindo a passagens de peões,a consporcação de paredes de edificios e elevadores são uma constante.O rebaixamento dos passeios, são em parte também os culpados destes abusos,facilitando a transposição dos mesmos,estou em dizer, que talvez terão, que ser postos pilaretes para resolver este e outros abusos.Não culpem as obras, mas sim a falta de civismo de uns poucos felizmente!
                                                             Pintora do painel

                                                            Rua dos Cordoeiros
                                                          Chafariz ,roubo da torneira
             Travessa do Cabral, apinhada de viaturas,quase diario,em caso de emergência como será
                                                                     Nova pintura
                                                          Travessa do Cabral            
                                                              Travessa do Cabral
 
Travessa do Cabral
Fotos e texto de Adriano Filipe

terça-feira, 5 de março de 2013

Marina Mota convida Carlos Macedo " Minha Mãe é Pobrezinha " Gala Tvi Fa...



QUEM NÃO TEM SAUDADES...
UMA LINDA DESGARRADA,DUAS VOZES LINDAS DO FADO.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A MEMÓRIA, OS DEMÓNIOS E OS FANTASMAS

Não sei o porquê talvez!?...Mas sei que em mim a revolta existe!
Ao mexer e rever os meus livros, dou com um nas minhas mãos.
Histórias da Guerra do Ultramar - do Capitão de Abril - Salgueiro Maia.
Desfolhei-o lí capitulos soltos rápidamente, é quando me vem à memória os demónios adormecidos,ao ler na pág.nº60,algo muito, mas muito semelhante,ao que vivi,naquelas paragens da Guiné.
Estremeci,a minha pele parecia de galinha, de arrepiada.Os olhos ficaram umedecidos...quando de repente entre no meu espaço, o meu filho,que me pergunta; o que estás a ler?-Interrompe,num susto, matando por momentos os ditos demónios.

Passo a citar Salgueiro Maia
"Referênte ao ano de 1973.
Para quem não conheceu a mata da Guiné,é dificil explicar como se consegue ir a corta-mato com viaturas tendo de encontrar passagem por entre as árvores,os arbustos,o capim alto,as ramagens com picos e, ao mesmo tempo, seguir uma direcção certa rumo a cerca de 60 homens deitados no chão.Para fazer cerca de 7 Km demorámos quase hora e meia,apesar de tentarmos ir o mais depressa possivel.
Depois  de rotos pela vegetação e cansados de correr ao lado das viaturas,chagámos ao local de combate.Ainda pairava no ar o cheiro adocicado das explosões;os homens tinham um ar alucinado,de náufrago que  vê chegar a salvação,mas, em lugar de mostrarem a sua alegria,estavam ainda na fase de não saber se era verdade ou não"

Descrever a minha vivência,de  2 de Setembro de 1972,como soldado de trasmissãoes, ao cair numa embuscada e as noites em sobressalto com as flagelações ao aquartelamento,é para mim muito penoso é um autêntico demónio,fica guardada na minha alma.

Escreve Salgueiro Maia na pág.nº110
Passo a citar;
                                                      DEZ ANOS DEPOIS
"Passados dez anos,será interessanrte assinalar a evolução do comportamento de muitos dos intervenientes,em especial os políticos e os militares que conseguiram passar de um regime a outro,sempre na crista da onda,e que,com as lutas pelo Poder,ajudaram a dificultar a evolução desejada.Por outro lado,não acreditando em democracias musculadas nem  no sebastianismo,resta-nos,na orgulhosa situação de implicados no 25 de Abril de 1974,criticar os muitos que pagam o idealismo e a generosidade dos Capitães de Abril com o mesmo comportamento que caracterizou o regime nascido em 28 de Maio:
                                                   -A CORRUPÇÃO
                                                   -A INCOMPETÊNCIA;
                                                   -O COMPADRIO;
                                                   -O CIRCO DO PODER.    
Até quando?                                                                                                           1984

Citando novamente Salgueiro Maia,diz na contra capa.
"A minha geração,talvez por ter nascido ainda com o cheiro da Segunda Guerra Mundial,teve a caracteristica de ser saudavelmente gregária, assim,e em confronto com as novas gerações,o sentimento colectivo dominava o individual;desde os bancos da escola que nos organizámos de modo a fazer face ao «inimigocomum»,os professores e todo o tipo de autoridadde,este sentimento foi a base de tudo o que fizemos a seguir.Podemos afirmarque a nossa capacidade criadora foi orientada face à ditadura do Estado Novo para as aspirações colectivas,marginalizando todos aqueles que se colavam ao Poder ou o adulavam."

 Perante este despertar há ou não razões para eu ter na MEMÓRIA, OS DEMÓNIOS E OS FANTASMAS?...Só o tempo o dirá!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

AS OBRAS DA ESTÁTUA EQUESTRE

UM POUCO DA HISTÓRIA... DE MUITAS OUTRAS ESTÓRIAS QUE POR ACASO SÃO DESCONHECIDAS DA GRANDE MAIORIA.
Apesar de alguns pressupostos mal esclarecidos, não deixo de admirar tamanho feito e continuo a ter orgulho em ser Português 
































Fotos de : 
 Adriano Filipe